segunda-feira, 21 de junho de 2010

Arte pós-moderna e os limites fronteiriços

na poesia tudo é biográfico
na realidade nada é real
num ensaio fotográfico
num documentário policial
nada escrito telegráfico
numa ficção comercial
nos horizontes gráficos
no verossímil trivial
em assuntos geográficos
ou num delírio espacial
a arte imita o tráfico
a vida alegoria carnaval

8 comentários:

Renan disse...

Fábio, gostei muito.

Achei que a estrutura do poema tem tudo a ver com o tema trata. Lógico que a beleza do poema não se limita a isso.

Fábio Luis Neves disse...

Valeu Renan, você sempre me dá muita força no blog, valeu por dedicar seu tempo aqui.
Abraço!

Jack Valentim disse...

Dos que eu li esse foi o que eu mais gostei.
Mas diria uma coisa contrária:
TUDO escrito telegráfico

abs.

Flanders disse...

você escreve muito bem >< gostei dessa sua nova poesia. *-*

Fábio Luis Neves disse...

Obrigado pelo elogio Flanders, é super bem vinda aqui!
Como conheceu o blog?
Beijos!

Flanders disse...

conheci ele através da comunidade Queremos é conteúdo, algo assim. Cliquei pra ver e fui lendo suas poesias *-*
tenho sim :) x.lary.x@hotmail.com

Anônimo disse...

Fraco. Linha estrutural completamente comprometida em nome de uma 'falsa-criatividade' fazendo uso de palavras milaborantes e algumas brincadeiras com elas.
Isso pode até parecer belo e pode até conseguir que algumas passagens se fixarem nas mentes de quem lê. Mas é oco e sem criatividade.

Fábio Luis Neves disse...

Crítica aceita e publicada, nunca conseguiremos agradar a todos, ainda mais com a proposta deste poema que é estar entre a pós-modernidade, o novo é intacto e ainda experimental.
Nem os grandes poetas agradaram todos os críticos, quem dirá eu, reles mortal.

Ps: só poderia ter feito o comentário com identidade, eu não iria achar ruim contigo, anonimamente é fácil de criticar e covardia de encarar.