sexta-feira, 23 de abril de 2010

Vírus cosmopolita

Estranho percurso
poeira na estrada
corpo colérico
a visibilidade reduzida...
Não há mais saída
falhas estatísticas
ao pó volveremos,
um brinde à insanidade
As ruas estão tomadas
- ninguém voltará -
satélites fora de órbita,
adeus carne corrosiva.
A inflamação catastrófica
doses letais para covardes
líquido indolor que arde
mas, não tem jeito
está aqui, ali, em toda parte!

4 comentários:

Lulih Rojanski disse...

Quem nos dera o vírus da poesia, aqui, ali, em toda parte!
Um abraço, Fábio!

julio miragaia disse...

Infelizmente, é um vírus comsmopolita o que impregna mesmo nosso tempos Fábio. Mas nada que não nos impeça de querer vírus de poesia como diz a Lulih. Poesia no sentido da subversão da vida, em todos os sentidos. abços.

Renan disse...

me lembrou as músicas do radiohead...

lukket disse...

IN-SAN-IDADE, repita comigo! rs
Ou seja, na idade sã. Então os loucos não são loucos?
bom.. disso só eles intendem. amém



by: maressa