Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
O que esses caras barbados estão fazendo aqui?!
Pensei que era Rock!? Pensei que fosse Rock!?
Pra quê empunhar guitarras e distorções?!
Pensei que era Rock!? Pensei ter visto Rock!?
O que esses caras tatuados estão fazendo aí?!
Pensei que era Rock!? Pensei que havia Rock!?
Miras e miragens, estranhas reações?!
Quantos tão dispostos a seguir o show?
Trazer de volta o bom e velho rock n’roll?
Pensei que era Rock!? Pensei ter visto Rock!?
Pra quê essas roupas retrôs e demodês?!
Pensei que era Rock!? Pensei que fosse Rock!?
Era somente o retorno de alguns clichês?!
Pensei que era Rock!? Pensei ouvir Rock!?
Esses gritos só alimentaram a insatisfação?!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Girei o botão cansado de acordes alienação?!
Quantos tão dispostos a seguir o show?
Trazer de volta o bom e velho rock n’roll?
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Não é nostalgia, eu quero poder gritar!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Sei que ainda há tanto pra gente lutar!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
A poesia que regia o caos pós-moderno?!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Descanse em paz... num repouso eterno?!
Quantos tão dispostos a medir o show?
Cifra$ e riffs, quanto vale o rock n’roll?
Ps:da série canções para concertos de Rock.
2 comentários:
Fábio, Baudelaire nos recomenda que vivamos embriagados: de vinho, poesia ou virtude, tanto faz. Eu, que me embriago de poesia (às vezes, vinho), bebo aqui uma boa dose. Salut! Ave, vida!
o rock de antes hoje já não é mais.
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