terça-feira, 6 de abril de 2010

Pensei que era Rock

Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
O que esses caras barbados estão fazendo aqui?!
Pensei que era Rock!? Pensei que fosse Rock!?
Pra quê empunhar guitarras e distorções?!
Pensei que era Rock!? Pensei ter visto Rock!?
O que esses caras tatuados estão fazendo aí?!
Pensei que era Rock!? Pensei que havia Rock!?
Miras e miragens, estranhas reações?!

Quantos tão dispostos a seguir o show?
Trazer de volta o bom e velho rock n’roll?

Pensei que era Rock!? Pensei ter visto Rock!?
Pra quê essas roupas retrôs e demodês?!
Pensei que era Rock!? Pensei que fosse Rock!?
Era somente o retorno de alguns clichês?!
Pensei que era Rock!? Pensei ouvir Rock!?
Esses gritos só alimentaram a insatisfação?!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Girei o botão cansado de acordes alienação?!

Quantos tão dispostos a seguir o show?
Trazer de volta o bom e velho rock n’roll?

Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Não é nostalgia, eu quero poder gritar!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Sei que ainda há tanto pra gente lutar!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
A poesia que regia o caos pós-moderno?!
Pensei que era Rock!? Pensei que seria Rock!?
Descanse em paz... num repouso eterno?!

Quantos tão dispostos a medir o show?
Cifra$ e riffs, quanto vale o rock n’roll?

Ps:da série canções para concertos de Rock.

2 comentários:

Lulih Rojanski disse...

Fábio, Baudelaire nos recomenda que vivamos embriagados: de vinho, poesia ou virtude, tanto faz. Eu, que me embriago de poesia (às vezes, vinho), bebo aqui uma boa dose. Salut! Ave, vida!

lukket disse...

o rock de antes hoje já não é mais.