terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Se a alma não é pequena

Risquei a minha alma
em folhas de papel almaço,
amante alma mira o mirante,
miramar alma em alamedas.
Alma que não tem cor
Colorida em suas doloridas doses de obsessão
amores, calma, alma na palma da mão...
A alma do gafanhoto
O desalmado sublime,
no polegar canhoto
as únicas provas do crime.
Alma lavada, desanuviada,
Pirata Alma Negra.
Alma que não creio
Alma que me consome
Almatíca matemática de existir,
equação sem limite.
O olho nu
O corpo cego
Pra onde vai?
De onde veio?
Pra onde foi?
Alma amassada e arremessada ao alvo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Esse é muito lindo... adoro desde que vi no orkut.
Beijoo!
Daya

Karlinha disse...

Oi meu grande amigo. Amei a dedicatória. Gostaria de te dizer que você é muito especial. Sempre.. Te amo! saudades. de sua eterna amiga e companheira de café Karlinha...