O que esperar do que sempre se espera?
Como não esperar se viver é querer alcançar?
O perigo ronda vestido da mesma esperança
artifícios explodem no ritmo da velha dança
sem expectativas, por favor sem medos,
foi apenas um daqueles contratempos.
Dois mil e dez: inove
é oito, é sete, é seis
é cinco, é quatro, é três
dois um
Amém!
1 comentários:
Ano novo cheio de coisa velha. Nada de excepcional, as cabeças continuam as mesmas, a esperança viva, quase na morrendo, uma data qualquer imposta, mas não vou lhe infectar com as minhas besteiras. Ano novo mudo.
Não entendi, se eu quiser posso escolher qualquer conto meu para você ler? Não deixe o tempo passar, quando estiver disposto, leia qualquer um, sinta-se em casa.
Fazes apenas poesias? Nada de contos?
Fiz pessoas por um tempo, até quando saiam puras, hoje são pornopopéias, nada gostoso de ler, desde que o leitor não seja o próprio criador.
abraços.
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