Diante do medo que tenho: a solitude,
um amor... o ininteligível.
A constante profusão íntima,
o cunho de sensações
e discrepâncias pra não ceder.
Mas além do desequilíbrio,
do jogo sem vencedor,
do amor que deveria ter limites...
Inconscientes quimeras,
pra que reminiscências aflorem,
pra que, depois do medo que tenho,
assumir: e dizer tudo que flagela
e que faz querer e mais querer.
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