A sua lente projeta a imagem
A vida em cores primárias
A solidão que nos lembra um sonho.
A sua lente capta a imagem
Essências em tons não definidos
Nos rodeia de incertezas,
de constatações,
de encanto pela vida que passa ao nosso redor.
A sua lente reproduz a imagem
e esta não é só reprodução
é o contorno definido de uma outra lente,
a lente ocular, que vê imagens
que estão intrinsecamente ligadas
a mais bela das células,
vermelha como a rosa projetada,
bombeando vida e fogo aos olhos nus.
Esta lente, a sua lente,
Nos mostra o lado claro e o lado escuro
Nos mostra que não devemos nos conformar
Nos mostra que temos sempre o que admirar
Nos devolve toda simplicidade e delicadeza já esquecidas
Nos devolve o apreço pela vida!
Obs: dedicado a Carol Marinho,
uma amiga muito especial, o link do fotolog dela está aí ao lado.
sábado, 19 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Leveza pluvial
A chuva veio quando eu mais a desejava
Estava submerso pela ausência amada
dias quentes e depressivos
amor demasiado e compulsivo
Não havia suporte pra decadência
O tapete indicava a poeira
e o castigo nos trópicos tórridos
O estado psíquico absorvia metáforas
da vida rodeada de caos humano
Então caiu como todo corpo em movimento,
veio abaixo a sede de vingança do firmamento
E trouxe de volta a paz,
mesmo que por instantes,
De um jeito que só ela faz
E devolveu ao ambiente a pureza
O cheiro sedutor da natureza
E ao amor a leveza
Num rodopio fantástico de certezas.
Estava submerso pela ausência amada
dias quentes e depressivos
amor demasiado e compulsivo
Não havia suporte pra decadência
O tapete indicava a poeira
e o castigo nos trópicos tórridos
O estado psíquico absorvia metáforas
da vida rodeada de caos humano
Então caiu como todo corpo em movimento,
veio abaixo a sede de vingança do firmamento
E trouxe de volta a paz,
mesmo que por instantes,
De um jeito que só ela faz
E devolveu ao ambiente a pureza
O cheiro sedutor da natureza
E ao amor a leveza
Num rodopio fantástico de certezas.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Não tem explicação
Diante da falta
o deleite pra esquecer
um artefato idealista
a vontade de possuir.
Pobre poeta que não consegue
dar conta de abarcar toda beleza e encanto
de sua amada!
Sentimento inesgotável,
saudade avassaladora,
resultante improvável
tudo nela lembra perfeição...
Saudade que corrói,
lembranças de toques,
abraço consolador,
só o abraço consola a dor!
Caustica angústia.
Sente-se só
Sabe-se um
Volta-se ao pó
Espera-se num...
Num momento em que possa
encontrar explicação
pra tanto amor,
tanto querer,
pra explicar como ela pode,
além da certeza e princípio,
ser toda beleza e domínio...
E ele pobre poeta
que se refugia em versos e estrofes
querendo tê-la entre seu peito
pra além de tudo o que pode.
o deleite pra esquecer
um artefato idealista
a vontade de possuir.
Pobre poeta que não consegue
dar conta de abarcar toda beleza e encanto
de sua amada!
Sentimento inesgotável,
saudade avassaladora,
resultante improvável
tudo nela lembra perfeição...
Saudade que corrói,
lembranças de toques,
abraço consolador,
só o abraço consola a dor!
Caustica angústia.
Sente-se só
Sabe-se um
Volta-se ao pó
Espera-se num...
Num momento em que possa
encontrar explicação
pra tanto amor,
tanto querer,
pra explicar como ela pode,
além da certeza e princípio,
ser toda beleza e domínio...
E ele pobre poeta
que se refugia em versos e estrofes
querendo tê-la entre seu peito
pra além de tudo o que pode.
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