A chuva veio quando eu mais a desejava
Estava submerso pela ausência amada
dias quentes e depressivos
amor demasiado e compulsivo
Não havia suporte pra decadência
O tapete indicava a poeira
e o castigo nos trópicos tórridos
O estado psíquico absorvia metáforas
da vida rodeada de caos humano
Então caiu como todo corpo em movimento,
veio abaixo a sede de vingança do firmamento
E trouxe de volta a paz,
mesmo que por instantes,
De um jeito que só ela faz
E devolveu ao ambiente a pureza
O cheiro sedutor da natureza
E ao amor a leveza
Num rodopio fantástico de certezas.
1 comentários:
E aí, cara? Tranquilo?
Sou namorado da Maria Carolina, que também faz Letras em Assis... Ela me indicou teu blog. Passei por aqui pra dar uma olhada. Bons textos... Parabéns!
Abraço!
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