domingo, 23 de dezembro de 2007

Inundação de amor

há de ter sempre meu amor
e mais do que ele
há de ter sempre meu mais puro lembrar
ser sempre lembrada
há de ter em meu peito sua morada
e viverás rodeada do mais intocável encanto
até que eu tenha força pra querer
e te querer pra sempre minha namorada
e viver para te surpreender
pois quem ama sempre o faz
e não se cansa de fazer
mesmo que seja demodê
e que ninguém nunca acredite
mas em algum lugar,
em qualquer canto
há de ser sempre lembrada
e acordará sendo tocada
numa manhã inundada pelo meu amor.

3 comentários:

Carol Marinho disse...

Embora eu sempre leia seus poemas - e agora também as futuras prosas - eu nunca comento.
Hoje resolvi quebrar o "jejum".
Este poema seu me encantou muito, mais que os anteriores.

Parabéns Fábio, torço por ti sempre.

Grande abraço.

Anônimo disse...

Vc me surpreedeu. Nunca imaginei tanto talento.O que posso dizer, à luz da sensibilidade, pois nada entendo da métrica ou rimas, que a tua poesia é atual e atinge o coração de todas as pessoas, pq fala de emoções. Parabéns! Fico orgulhosa de ter um amigo assim. Beeijo
Leandra Fasollo.

Anônimo disse...

Tem gente que some feito fumaça, daquelas que você tenta acompanhar com os olhos o máximo que pode, mas uma hora simplesmente desaparece. Então resta a lembrança. "Toda a minha saudade e o meu amor de sempre" (Caio Fernando Abreu). Beijos, Cá Bardella.