quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Soneto da solidão

A fragrância do seu perfume
é o prenúncio da minha solidão.
Inebriante em cada canto do meu quarto,
intacta em minha memória sensitiva.

Os objetos arrumados como de costume
não se adequam com a atual situação.
Apenas uma mania sem sentido
Numa noite silenciosa e angustiante.

A noite passa cada dia mais devagar,
deitado, olhos fixos no teto
imaginando quando ela voltar.

Sua voz, sua pele, seu olhar, a expressão...
Memórias de um passado recente,
Uma outra abordagem da solidão.

1 comentários:

daya disse...

Eita de novo nessa aí?
Mas o soneto é lindo pq vc é fodaaaaaaaa!
Já disse pra sair dessa. Vontade de fazer vc sorrir!
Bijooooooooooss