O aroma do café por sobre a mesa,
o tropicalismo de Caetano no MP3,
um poema inacabado no papel de pão,
frases soltas em minha cabeça.
Lá fora, uma fina garoa no fim da tarde...
A caneta em minha mão e uma doce agonia,
Nisso tudo estava o poema que eu não percebia.
Ps: para Thaís Pascoal.
2 comentários:
Muito bom Fafá,precisamos conversar,estou em sintonia com tua frequência.Te Mandei e-mail,achu q vc não deve ter visto pois eu ainda não recebí respostas.
Dia 30 ou dia 1 estareí em Dracena,me mande e-mail pra esclarecer aquele lance nosso com "a instituição",pode ser?
Aguardo respostas...abraço!
até logo.
Que singelo e belo!
Como é bom ter vocês como amigos y hermanos!
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