Eram doces e tristes todas as revoltas,
eram amargas e felizes todas frustrações,
e existia uma lacuna em seu peito que,
preenchia com uma muralha independente.
Eram constantes as vítórias da razão que,
mesmo quando exitava não era levada pela paixão.
Era confuso e adimirado, preciso em instantes,
era assim o ideário Prosopopunk.
Até que em uma noite comum
num mar nunca antes navegado,
foi tragado numa onda
se encontrou completamente embriagado.
Então, eram dias entre versos,
eram noites entre abraços.
Foi passando a embriaguez
e descobriu-se apaixonado.
Dias e dias dividindo o que era seu.
Dias e dias explorando novos territórios.
Os espinhos que lhe feriam
exalavam pétalas de rosas.
Fez-se assim sua nova muralha,
a da incerteza da certeza de amar.
E fez-se imortal como talvez nunca fosse.
Num dia perfeito: Prosopopunk no país do Acredoce.
2 comentários:
Que lindo, meu amor. Ainda não tinha lido, tive uma surpresa grande! Achei de uma doçura e graça sem igual. Amei, amei. Tu és demais!
Deixa eu parar senão fico aqui rasgando seda pra sempre. Te amo e um beijo na barba.
;)
Quanta história conta sua mente e seu coração, hein? Sabes codificá-las muito bem em palavras e sonoridades!
O bater das asas de uma mosca no afeganistão, pode causar um maremoto no sul dos Estados Unidos (O Efeito Borboleta).
às moscas, a arte, então!
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